A transição também é mensagem. É mais uma camada do que você quer dizer, não enfeite.

A função elementar dela é simples: levar do ponto A pro ponto B. Um giro de 360, um zoom que fecha de uma cena na outra, cada movimento desses carrega um sentido.

A transição conversa com a ideia, ou disputa com ela.

Quando ela combina com o que você quer dizer, tende a reforçar. Quando puxa pro outro lado, costuma competir com o entendimento.

Na dúvida, nenhuma. Quando não tem certeza, o corte seco resolve.

Hoje qualquer um faz transições complexas; as ferramentas deixaram tudo à mão. Por isso entender o que cada uma comunica vira vantagem real.

A transição é escolha, não automatismo.