E se o hook não fosse só pra prender o outro?
A gente costuma copiar o gancho que viralizou e colar no começo. É partir de fora pra dentro: do algoritmo.
Quando todo mundo entra pela mesma porta, os começos vão ficando parecidos. Some o que era seu.
Tem outra forma de ver o hook: como um portal. A entrada que te coloca no seu próprio modo de falar.
Partindo do seu estado, de dentro pra fora, o começo carrega densidade. E densidade prende sem truque.
De quebra, é sustentável: depende do que não muda em você. E atrai quem fica por afinidade, não por isca. Vale lembrar que é um ponto de partida, não regra rígida. Dá pra começar assim na maior parte das vezes e quebrar quando o assunto pedir.
Talvez a pergunta deixe de ser "que gancho cola?". E passe a ser "por onde eu entro nesse assunto?".